quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Prêmio




Que em 2009 sejamos todos premiados, a cada dia, com tudo o que desejarmos!
No momento da passagem do ano, compartilho imagens do trabalho que me valeu o Prêmio Governador do Estado.
Com os cumprimentos de Vicente Vitoriano

domingo, 21 de dezembro de 2008

Marco





Quem lê este blog sabe que ele é uma das invenções desta nossa amiga Nivaldete Ferreira que, entre outras coisas, é poetisa, teatróloga e romancista! Uma mulher em todas as letras. Pois muito bem. Reconhecendo seu talento, o jornalista Woden Madruga publicou no última sábado (20.12) toda uma coluna sobre sua estréia no romance, o livro "Memórias de Bárbara Cabarrus". Woden escreveu nada menos que esta obra "passa a ser um marco na literatura do Rio Grande do Norte que há décadas vaqueja um romancista. Eis que surge, então, uma romancista. Benza Deus".
Benza Deus, digo eu, também.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Texto crítico

A seguir, texto crítico escrito pelo nosso aluno Clayton Marinho.

Exposição de Quadrinhos.

Foi de um amadorismo e infantilidade grotescos! Assim defino a exposição coletiva de histórias em quadrinhos, e a complexidade de sua produção promovida pelo SEBRAE, sem título, com onze de sete talentos norte-rio-grandenses (Wendell Cavalcanti, Wanderline Freitas, Giovana Leandro, Wolclenes Freitas, Tati Viana, José Veríssimo, Carlos Alberto, Gabriel Actraiser, Victor Negreiro, Joseniz Guimarães e Lula Borges). Bom, é assim que está lá. Fazem referência aos sete talentos, mas há onze expondo. Essa é última do ano nesse espaço cultural do Natal Shopping - muito escondido, por sinal.
Não foi ruim por parte do proponente, a sua iniciativa e disposição, mas dos que expuseram seus trabalhos na galeria. Essa exposição é uma mostra do descaso e inconsistência dos que produzem quadrinhos neste Estado. E o pior é que isso encobriu o brilho do talento dos expositores. Chamou-me mais atenção o descomprometimento no modo como se expôs o trabalho, como trataram essa arte, do que a habilidade deles. Digo isso porque é preocupante: se eu tenho essa idéia quando já conheço esse meio e alguns que o fazem, vejo a luta e a responsabilidade, a vontade em transformar os quadrinhos numa cultura para o Estado e dar-lhes o reconhecimento como tal, é desesperador ver que os próprios desenhistas têm descaso com essa arte. Os expositores não se preocuparam com a apresentação de seu trabalho, colando-os em cartolinas, de qualquer jeito, impressos em papel de péssima qualidade, quando não, com aparência de trabalhos xerocados de última hora! Os próprios expositores não souberam aproveitar o espaço e divulgar seus trabalhos – eu soube por acaso que essa exposição haveria, de um dos expositores (mas mais alguém soube?), mostrando-os, de forma que aparentavam mais um trabalho escolar bem acabado. Se o fim fosse esse, estariam bem, uns trabalhos bonitinhos para serem expostos numa feira de escola, por exemplo. Mas, como se trata de uma exposição, a preocupação com a forma de expor deveria ser mais madura e profissional.
É indiscutível que a cultura das Hq’s é precária no nosso Estado e que não há o mínimo de incentivo para sua promoção. Mas, deve-se pensar que essa falta de incentivo é dicotômica: primeiro porque não há o interesse de se promover a cultura pelo Estado e pelo poder privado e, segundo, certamente, é a forma como os próprios quadrinistas se mostram frente a esse mercado. Ainda tratam a história em quadrinhos como uma “rebeldia juvenil” e se tratam como adolescentes despreocupados que desejam, basicamente, contrariar (quem? Sabe Deus!) sem saberem bem por que ou como, quando, na realidade, agem como todo bom contemporâneo alienado, tentando “definir-se na sociedade”.
Esse modo irresponsável enfraquece o segmento porque os desenhistas tornam-se incapazes de construir uma imagem sólida como profissionais e de propor um mercado próspero para os quadrinhos, para se estabelecerem como mercado. Os quadrinhos são uma arte complexa que exige estudo, criatividade, habilidade - o que é visível no trabalho de todos que expuseram; mas é, preciso acima de tudo, comprometer-se e responsabilizar-se com esse projeto e, construir ações para que os demais também o vejam como é: um mercado muito promissor e fantástico.
Isso ocorre porque não temos estudos econômicos e estatísticos, só pedagógicos e lingüísticos, que comprovem a rentabilidade do mercado e coloquem-no no mundo dos negócios. Simplesmente, não há nenhum tipo de estudo que construa uma visão do estado desse mercado, porque, as empresas (distribuidoras e agências de publicação) que a fazem não se preocupam, nem os próprios desenhistas. Não há agências, aglomerados que trabalhem de forma estatística, estratégica e profissional com esse mercado no estado. É espetacular a função estética intercalada com a função lingüística e a possibilidade pedagógica que os quadrinhos proporcionam, mas o que um investidor deseja saber é se isso é rentável: quanto vende, se tem uma demanda, quanto cresce por ano, ou seja, números, tabelas, gráficos e dinheiro. Enfim, a informalidade e o amadorismo reinam absoluto nesse meio, porque os desenhistas ainda se preocupam em estabelecê-la como arte, como uma poética juvenil e assaz libertadora.
No RN, temos a Garagem Hermética de Quadrinhos; o GRUPEHQ, que até hoje é incapaz de se consolidar como um grupo, porque aqueles que o fazem são incapazes de construírem uma estratégia, uma abordagem sistematizada para solidificar-se como um grupo de artistas produtores de quadrinhos e não viverem à mercê das leis de incentivos e da informalidade, subsistindo às sombras daqueles que o mantém; e os artistas que trabalham para agências que, quando vêem uma oportunidade, escapam logo aos olhos dos daqui, por saberem que ficar seria um suicídio profissional.
Independentemente das formas como se encontram as HQ’s no estado, o certo é que todas são ineficientes em criar uma cultura aqui e merecer - essa é a palavra! - investimentos, porque jamais pensaram em provar que esse mercado é rentável. Não esqueçam, meus caros quadrinistas, que, antes de uma boa história ou de um bom desenho, talento ou reconhecimento, o que interessa aos que investem é rendimento. E se nós somos incapazes de mostrar-lhes que nosso ramo dá dinheiro, ficaremos em nossos idealismos inúteis e nosso talento só nos servirá para vivermos sugando benefícios de leis de incentivos, promovermos oficinas e montarmos cursos de desenhos, para que alguém, algum dia, faça o que não fomos capazes.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Melancólica travessia: um mergulho abissal



Aberta nesta terça-feira, 16, a exposição Melancólica travessia, com pinturas e desenhos no nosso colega, o artista Erasmo Andrade. Verdadeira chave de ouro para o ano pela Galeria Conviv'art.
Vejam.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Obra-vegetal


A imagem acima é um detalhe de uma foto publicada na internet, ilustrando uma reportagem sobre um rico empresário paulista que é, também, “colecionador de obras de arte”. Nenhuma referência à obra em questão. Mas achei-a tão interessante que resolvi mostrá-la aqui. Obra-vegetal, obra-raiz, instalação-quadro, conceito-materialidade. Ficaria agradecido se alguém soubesse me dizer quem é o autor.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

ENTREATOS! ESPETÁCULOS NO CAMPUS DA UFRN

ENTREATOS, ATO CÊNICO DA UFRN, 18/12, as 20h, NA PRAÇA CÍVICA DO CAMPUS DA
> UFRN.
>
>
> Corais, quartetos, octetos, ópera, bandas e dança se misturam para
> mostrar a produção artística da UFRN no Ato Cênico Entreatos. O
> evento acontece no dia 18 de dezembro, às 20h, na Praça Cívica do
> Campus da UFRN, e contará com nove atrações locais e show de
> encerrramento do artista Chico César. A intenção da UFRN é celebrar a
> produção artística de Grupos que ao longo do cinqüentenário da
> universidade vêm ajudando a compor cenários poéticos para o universo
> acadêmico. Big Band Jerimum Jazz, Quarteto de Cordas,Madrigal, Grupo de
> Dança da UFRN, Canto D’Larte, Gaya, Grupo de Clarinetas e Percussão, Grupo
> Parafolclórico e Octo Vocci, todos grupos criados e mantidos pela própria
> Universidade, vão apresentar a sua produção ao público no Entreatos.
> São trechos de uma História vivida e narrada por aqueles que fazem da
> academia um espaço para a prosa e a poesia; que fazem dela uma obra de
> arte e que transitam com os pés do conhecimento e voam com as asas da
> imaginação. A universidade com arte, cria sons, ritmos e significados
> preciosos e necessários ao contexto da formação acadêmica.
> Cada ato traz uma amostra da produção artística presente nos 50 anos da
> UFRN. O espetáculo é formado por apresentações musicais e de dança com
> inserções de vídeos sobre a história de cada grupo e suas relações com a
> UFRN nesses 50 anos. Ao final, entra em cena o cantor e compositor Chico
> César. O Ato Cênico Entreatos é uma realização da UFRN, através do Núcleo
> de Arte e Cultura (NAC), Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), TV
> Universitária e Universitária FM 88,9, Departamento de Artes, Escola de
> Música e conta com o patrocínio da Fundação José Augusto e do Governo do
> Estado do RN e o apoio do DCE e da Editora Universitária da UFRN.
>

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Sentimentos

Alunos da disciplina de gravura, sob orientação da professora Adeilza Pinheiro, faz vernissage de mostra de trabalhos, nesta sexta-feira, 12, às 20 horas, na Estação arte, reduto do nosso sempre querido professor Pedro Roberto.

A mostra chama-se Sentimentos. Os meus, quando escrevo aqui, são o de apreeensão, por não saber se vai dar tempo ir e um misto de alívio e saudades pelo fim do semestre...

Exposição Coletiva 8, no Rio


A galeria Mercedes Viegas, do Rio de Janeiro, apresenta anualmente uma exposição coletiva de dezembro a fevereiro. Desta vez a coletiva 08 reunirá 32 artistas com uma escolha criteriosa de esculturas, desenhos, fotografias, gravuras, pinturas, objetos e vídeos. São trabalhos das décadas de 70 aos dias atuais, com alguns grandes nomes da arte contemporânea brasileira.
Para visualizar as obras exposta, acesse:
http://www.mercedesviegas.com.br/expos/Coletiva_2008/col2008_01.htm

domingo, 7 de dezembro de 2008

Luiz Sacilotto (1924-2003)



Concreção 5941, escultura em alumínio pintado, 51 x 38 x 20 cm, 1959
http://www.sacilotto.com.br/











Arte-luz de Abraham Palatnik


Foto feita no ateliê de Abraham Palatnik, no Rio de Janeiro, em 1986, por Eduardo Kac.
http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/2511,1.shl
Veja entrevista nesse endereço.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Atualizando

Na verdade, a "entrada" do DEART no Panorama das Artes Visuais ficou assim:
Vicente Vitoriano - Prêmio Governador do Estado
Vinícius Dantas - Prêmio Thomé Filgueira
Leandro Garcia e Nayara Medeiros - Prêmio Aquisição
Alexandrina Viana, Clayton Marinho, Cessa Oliveira, Luiz Elson Dants, Kelton Wanderley e Sofia Porto - Prêmio Participação.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Olha o DEART aí, gente!

Depois de incluir Kelton, Leandro, Elson (GUAP), Mariana, Sofia e Vicente no XII Salão de Artes Visuais da cidade do Natal
Depois de incluir Artur (premiado), Glaudete, Leandro e Vinícius (menção honrosa, GUAP) no II Salão Abraham Palatnik
o Departamento de Artes da UFRN acaba de incluir Alexandrina, Clayton, Ceiça, Kelton, Leandro, Elson, Nayara, Sofia, Vicente e Vinícius no Panorama das Artes Visuais - RN / Prêmio Thomé Filgueira!
Estamos esperando o resultado da premiação.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Exposição virtual "Expressão da Arte"


A exposição "EXPRESSÃO DA ARTE" propõe incentivar e divulgar valores artísticos via Web em um ambiente virtual e interativo. A curadoria do evento selecionará 70 imagens de obras dos segmentos: pintura, desenho, escultura, gravura, fotografia e graffiti.
Para maiores detalhes, acesse
http://www.ngarteprodutoracultural.com.br/exposicoes.html