sexta-feira, 21 de novembro de 2008

110 anos de Magritte


O site da Google está nos lembrando: hoje, 21 de novembro, René Magritte, um dos grandes nomes do Surrealismo, faria 110 anos. Suas obras, muitas vezes enigmáticas, continuam dando asas a muitas interpretações.
Várias obras de Magritte podem ser visualizadas em
http://picasaweb.google.com/arte4fun/ReneMagritte#

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Néctar no olhar



Está aberta a exposição Natureza: néctar no olhar da pintora Socorro Evangelista. Socorro, que também é professora do DEART e membro do GUAP, mostra flores e frutos na Galeria Conviv'art, até dia 12 de dezembro.

Na foto acima, Socorro posa com a professora Nízia Brasileira e com a artista e aluna do CLAV Glaudete, esta junta a seu marido. Ao fundo, algumas das obras expostas.

domingo, 16 de novembro de 2008

arte nos sapatos


Estranhos?... Nem tanto... Estranho mesmo é alguém não poder adquirir um par de chinelos.
(Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/)

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Novo livro organizado por Ana Mae Barbosa


Não sei se já foi divulgado, aqui, o livro organizado por Ana Mae Barbosa e publicado esse ano, sobre o ensino da arte no Brasil entre 1930 e 1948. Trata-se, segundo o texto de apresentação do livro, de "um período não muito conhecido e que, a um país tão sem memória, é mister desvelar. Nele, figuram o movimento da Escola Nova, os combates e a resistência contra duas ditaduras e seus impactos, bem como o envolvimento de grandes protagonistas do modernismo, caso de Mario de Andrade, Anita Malfatti e Theodoro Braga; e, ainda, a presença de pioneiros da arte/educação no âmbito de sua implantação e aplicação em nossas instituições de ensino".
Mais informações em
http://www.editoraperspectiva.com.br/livro.php?cod=867

Diniz Grilo nas tintas do céu...


Um fatal acidente de automóvel vitimou Diniz Grilo. No semestre passado, o artista esteve a nosso convite no Deart (foto acima, ladeado por mim e Rhiana Negreiros), conversando com alunos de A.Visuais. Morava na praia da Redinha e ia sempre a N. York expor/vender seus quadros. E ver as coisas... Gostava de divulgar o trabalho de outros artistas. Sorrisão e a simplicidade dos que sabem que tudo é passageiro. Reconhecido aqui e alhures. Como praieiro, era um pescador de amizades, e com a rede sempre aberta. Um homem todo estético: na arte e na vida. Bem legítimo. Bom. E nada de posar de estrela... Agora vai repousar entre elas.
Nosso carinho.

Colóquio Internacional “História e(m) Movimento: MAM 60 anos”

Para comemorar seus 60 anos, o MAM/SP realizou um colóquio internacional bastante interessante, cujas palestras podiam ser acompanhadas ao vivo pela Internet. Infelizmente, só tomei conhecimento do evento agora, dias depois de sua realização... Mas acho que vale a pena dar uma olhada na sua programação, para saber quais são os assuntos importantes em discussão atualmente, no mundo das artes. Lendo a programação, vi, por exemplo, que os historiadores e críticos começam a questionar a teoria de que a arte moderna chegou ao Brasil somente na primeira metade do século XX, argumentando que já na segunda metade do XIX, algumas mudanças – particulares ao contexto brasileiro e sul-americano – já podem ser consideradas como rupturas significativas no sistema artístico. A programação do colóquio está disponível em
http://forumpermanente.incubadora.fapesp.br/portal/.event_pres/mesas/coloquio-internacional-201chistoria-e-m-movimento-mam-60-anos201d-1

domingo, 9 de novembro de 2008

Diana Domingues entre(a)vistada

Quem quiser saber um pouco do trabalho (arte digital/eletrônica) de Diana Domingues, do(s) seu(s) pensamento(s), pode acessar link na barra lateral. Ela fala de instalação, instalação multi-mídia, do "'sublime tecnológico'", de "relação dialética entre o estável e o instável, o fixo e o móvel, o imutável e o mutante em imprevisibilidades, acasos e outras características de sistemas complexos"...
Veja também link de texto de Lúcia Santaella, em que ela trata da arte de Domingues.
Uma festa para a 'melancolia' pela escassez de reflexões nessa área... Escassez porque é um campo teórico em construção.
O banquete está oferecido. Usufruam... Mas certamente há/haverá fome, muita fome: fome de tecnologia: para as escolas, para os departamentos de arte e comunicação, para as casas de cultura... Pois como fazer tecno-arte sem tecno-logia?... ou tecno-logística?...
Ei!... Mas sem fetichizar a tecnologia, antes tornando-a fator de emancipação, como defendia McLuhan... Progresso tecnológico desacompanhado de progresso social serve para quê, mesmo?... Para dividir a humanidade em 'avançada' e 'atrasada'?...

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Ainda o vazio da Bienal ou a Bienal do vazio

Confiram o que disse a historiadora e crítica de arte Aracy Amaral em
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20081031/not_imp269905,0.php

Isto é arte? Homi tire essa bochecha daí

http://br.youtube.com/watch?v=6IZStvPyGAc

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Corujice



Esta figurinha aí na foto (de Nicolas Gomes) é Caio Vitoriano. Pelo nome dá pra imaginar que se trata de meu filhote! Ele acaba de embarcar para Sampa, onde vai receber prêmio do concurso de desenhos para camisetas, promovido pela Oi!
Muitos parabéns para ele! E pra mim, também!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Vazio Off Bienal

http://www.sintomnizado.com.br/vaziosobreovazio.htm

As Máquinas-Gestos de Adriana Salazar



Acontecem poucas exposições em Natal? A internet nos permite conhecer – e às vezes mesmo visitar virtualmente – exposições que acontecem em outras cidades, anulando (ou pelo menos diminuindo) as distâncias.
Postarei aqui os links para essas exposições, começando por essa de Adriana Salazar.

Adriana Salazar, um dos maiores nomes da arte contemporânea colombiana, chega ao Brasil para sua primeira individual, no Rio de Janeiro.
Na exposição, uma seleção especial de suas máquinas-objetos, dispositivos móveis que repetem ações humanas realizadas normalmente sem muita reflexão como fumar, fazer um brinde, ou até amarrar os sapatos.
Para conhecer o trabalho da artista, acesse
www.galeriatoulouse.com.br

Concurso para jovens talentos


O Oi Futuro – instituto que conduz as ações de responsabilidade da Oi – e a Vinte Zero Um estão lançando o concurso Casulo, que vai escolher a obra de arte a ser exposta na fachada do prédio do Nave – Núcleo Avançado em Educação.
A idéia é revelar jovens talentos, ocupando um espaço urbano inédito para exposição de projetos de arte: os 324 m2 da fachada do Nave, no Rio de Janeiro - Rua Uruguai, 204 – Tijuca – , por onde passam diariamente cerca de 40 mil pessoas.
O concurso está aberto a todos os estudantes, artistas ou não, que poderão participar com trabalhos figurativos, abstratos, fotográficos, gráficos ou tipográficos ou qualquer outro tipo de representação visual, criados com a utilização de ferramentas digitais.
Para maiores informações, acesse
http://www.oifuturo.org.br/concursocasulo/

Prêmio Energias na Arte

Em parceria com o Instituto EDP Energias do Brasil (empresa do Grupo
EDP Energias de Portugal), o Instituto Tomie Ohtake retoma seu programa dedicado a estimular a produção contemporânea entre o público universitário de todo o Brasil, lançando o Prêmio Energias na Arte.
As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até 16 de janeiro de 2009, pelo correio.
Para saber mais sobre o assunto, acesse
http://www.institutotomieohtake.org.br/programacao/cursos/arte.pdf

Videoconferência internacional

“Sobre Artes Visuais” ganha mais um colaborador

Informo a todos que, a partir de hoje, passo a colaborar nesse blog, postando informes diversos relativo às artes, em particular as visuais.
Meu objetivo é fazer circular informações, de modo a estimular a reflexão, o debate e a produção entre os que fazem o curso de Artes Visuais da UFRN.
Creio na vocação do "Sobre Artes Visuais", como meio de conexão ao que está acontecendo no mundo das artes, no Brasil e alhures.
Longa vida, pois, a esse blog e aos que dele participam!

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Ivan Cabral no DEART



Muito proveitoso o encontro de Ivan Cabral com alunos do curso de Artes Visuais do Deart, na manhã de hoje. Ele, que já recebeu vários prêmios nacionais, falou de suas primeiras experiências no desenho e de como se tornou cartunista/chargista de O Diário de Natal. Falou do processo de criação, mostrando como este se relaciona com o cotidiano do jornal e se referiu ao uso da tecnologia nos desenhos. Comentou ainda a pesquisa que fez no mestrado em educação, quando tratou da utilização da charge nos livros didáticos. O resultado evidenciou um emprego que desdenha a charge como ferramenta de conhecimento por si mesma -a leitura crítica do cotidiano, seja em termos políticos, de saúde pública ou qualquer outro.
A charge e o cartum - repito o que já afirmei tantas vezes -, além do teor artístico que apresentam, funcionam como legítimas práticas analíticas sociais, são altamente semióticos e integram as pedagogias culturais, essas que ocorrem fora da escola.

O chargista é, sobretudo, um observador corajoso.